
SURDEZ
Estudar a educação escolar das pessoas com surdez nos reporta não só a questões referentes aos seus limites e possibilidades, como também aos preconceitos existentes nas atitudes para com elas. Esses alunos especiais apresentam, durante o processo educacional, dificuldades acentuadas de aprendizagem que podem ser: não vinculadas a uma causa orgânica específica ou relacionadas a condições, disfunções, limitações ou deficiências, abrangendo dificuldades de comunicação e sinalização dos demais alunos, bem como altas habilidades/superlotação. Existem vários tipos de surdez, a surdez leve-moderada que é classificada em: condutiva, mista (condutiva+neurossensorial); e a surdez severo-profunda que é classificada em: neurossensorial. O trabalho pedagógico com os alunos com surdez nas escolas normais deve ser desenvolvido em um ambiente bilíngüe. O acompanhamento deverá ocorrer diariamente, em horário contrário ao das aulas, na sala de aula comum. Mas, em algumas regiões, municípios ou bairros, pode não haver professor especializado para oferecer o apoio pedagógico especializado, mas isso não é impedimento para uma criança com deficiência freqüentar a escola. O Atendimento Educacional Especializado deve viabilizar o acesso e permanência com qualidade, dos alunos com necessidades educacionais especiais na escola. Constitui-se de atividades e recursos como: Ensino e interpretação de Libras; sistema Braille; comunicação alternativa; tecnologias assistivas; educação física adaptada; oficinas pedagógicas entre outros. Enfim paciência, otimismo, confiança e a certeza de que qualquer mudança, para ser alcançada, precisa do esforço conjunto de pessoas unidas por um mesmo objetivo.
GRUPO 3-Jander, Karini, Liliane e Marisregine.

